Thursday, March 25, 2010

http://gremioestreladalva.blogspot.com/2009/11/maconaria-e-implantacao-da-republica.html

http://www.maconariaportugal.com/ // http://portugalsecreto2.no.sapo.pt/maconaria.htm

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http://aagendasecreta.blogspot.com/2011/03/maconaria.html
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A Maçonaria Está Agora Tornando Público Seu Controle Sobre Israel
13 mar. 2005 ... Monumento erigido em Eilat, perto da fronteira com o Egito, torna claro que a Maçonaria Iluminista garante agora a existência de Israel. ...
www.espada.eti.br/n2012.asp

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A seguir uma página a favor da maçonaria
www.deldebbio.com.br/.../maconaria-no-mundo-israel/
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E agora...a simbologia maçonica em Israel.
http://vigilantcitizen.com/sinistersites/sinister-sites-israel-supreme-court/


http://circulodeestudoseclecticos.blogspot.com/2010/01/projecto-quinto-imperio.html

http://circulodeestudoseclecticos.blogspot.com/2010/08/o-espiritualismo-humanista-e-sua-origem.html














rainer - Lusophia - Espiritualidade, Cultura e Tradição

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Páginas Secretas da História de Portugal. Compilação dos dois volumes inicialmente editados pela Nova Acrópole. Publicações Quipu ...
aeterna.no.sapo.pt/lusophia/publicacoes_rainer.htm










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"O problema de Portugal são os donos do país" Esquerda













Saturday, February 13, 2010

www.johnpilger.com

excerpts from the book Media Control by Noam Chomsky

John Pilger: The lying game — media lies and the war drive against ... - [ Traduzir esta página ]
John Pilger: The lying game — media lies and the war drive against Iran ... The goal is control of the "strategic prize" of the gas and oilfields of the ...www.greenleft.org.au/node/42534 -



http://www.tintadachina.pt/book.php?code=e8d985b2b8ae9ac059efb6a5dfc64a5c

Por que causaram tanta irritação estes dois professores, Mearsheimer, de 61 anos, da Universidade de Chicago, e Walt, de 58, antigo reitor da John F. Kennedy School of Government, da Universidade de Harvard, ambos seguidores da tradição «realista» em Relações Internacionais, segundo a qual o interesse nacional deve ser a única motivação da política externa de um país?
Os argumentos são perturbadores, e talvez isso ajude a explicar por que a revista Atlantic Monthly, que encomendou o artigo, no Outono de 2002, o rejeitou em 2005.
Depois da Guerra Fria, afiançam Mearsheimer e Walt, deixou de haver «bases estratégicas e morais» para o incomparável apoio, material (ajuda anual de três mil milhões de dólares) e diplomático (32 vetos no Conselho de Segurança da ONU a resoluções críticas do Estado judaico), que os Estados Unidos oferecem a Israel.
E a razão por que os EUA põem «em risco» a sua segurança (com o crescimento do antiamericanismo) e a do resto do mundo deve-se «ao poder político do lobby de Israel, uma ampla coligação de indivíduos e grupos que tenta influenciar a política externa americana de modo a beneficiar Israel».
«Além de encorajarem os Estados Unidos a apoiar mais ou menos incondicionalmente, grupos e indivíduos no lobby desempenharam papéis-chave que moldaram a política norte-americana em relação ao conflito israelo-palestiniano, a fatídica invasão do Iraque e as confrontações em curso com a Síria e o Irão», acrescentam M&W, concluindo: «Estas políticas não são do interesse nacional dos Estados Unidos e, de facto, são também prejudiciais aos interesses a longo prazo de Israel.»
De nada valeu aos dois académicos professarem o seu inequívoco apoio ao direito de Israel existir e ser socorrido se essa existência estiver ameaçada. «O lobby», ainda que a sua legitimidade não tenha sido posta em causa («é a antítese de uma cabala»), reagiu muito mal ao retrato que M&W fizeram dele, de organização infiltrada e/ou dirigida pela direita israelita (Likud), por neoconservadores e cristãos evangélicos fundamentalistas, que se opõem ao processo de paz (pp. 111-150).

UMA CAMPANHA SUJA
Jornais, revistas e blogues foram inundados com textos injuriosos. Palestras com Mearsheimer e Walt foram inexplicavelmente canceladas. E os que ousaram tecer elogios – mais à coragem de ambos em quebrarem tabus do que à própria obra –, como o respeitado historiador judeu, Tony Judt, foram quase vilipendiados. Com esta campanha, «o lobby» (em particular, os poderosos American Israel Policy Action Committee/AIPAC, Conferência de Presidentes e Anti-Defamation League/ADL) acabou por dar razão aos que denunciam tácticas de silenciamento dos críticos, banalizando a expressão «anti-semita». (desenvolvimento no link a seguir)
Relações Internacionais (R:I) - Anti-semita, não. Realista, sim

O Que Deus Quer: A Matrix Zionista
EXPOSED: Israel Controls American Mainstream Media







2012: Extinção ou Utopia - Publicações Europa-América - Loja Online





Saturday, February 21, 2009









A actual superclasse atingiu níveis nunca antes alcançados de poder e riqueza. Globalizaram-se mais rapidamente do que qualquer outro grupo. Mas terão eles mais coisas em comum uns com os outros do que com os seus próprios compatriotas, como argumentam os críticos nacionalistas? E será verdade que é a sua influência que alimenta a crescente desigualdade económica e social que divide o mundo? Que se passa nos encontros à porta fechada das cimeiras de Davos, ou a bordo dos jactos privados a 41 000 pés de altitude? Conspiração ou colaboração? Negócios ou troca de galhardetes ociosos entre gente com poder? Quem estabelece as regras de um grupo que funciona acima das leis nacionais?
A partir de entrevistas exclusivas e grandes reportagens inéditas, David Rothkopf responde, em Superclasse, a estas e outras perguntas. Abre-nos as portas a uma sociedade privilegiada, acerca da qual a maior parte de nós nada sabe, embora ela tenha uma enorme influência na nossa vida quotidiana. Trata-se da primeira análise em profundidade das relações entre as comunidades globais de leaders que estão no centro de cada uma das maiores empresas do Planeta e controlam parte esmagadora da sua riqueza. E é uma análise sem precedentes das tendências hoje em jogo dentro da superclasse, passíveis de modificar a nossa política, as nossas instituições e o mundo em que vivemos.

http://www.wook.pt/ficha/superclasse/a/id/220302



http://www.wook.pt/ficha/a-queda-de-wall-street/a/id/12315168




As desigualdades sociais são perigosas? - Artes - DN
Estarão os pobres a tornar-se num dano colateral de uma sociedade obcecada
... o sociólogo polaco Zygmunt Bauman explica em 'Collateral damage', um livro ...

http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=2282591&seccao=Livros


http://www.themoneymasters.com/the-money-masters/recommened-reading/


«O sistema bancário foi concebido na iniquidade e nasceu em pecado. Se quiserem continuar a ser escravos dos banqueiros e pagar o preço da vossa escravidão, então deixem os banqueiros continuar a criar moeda e a controlar o crédito.»

Sir Josiah Stamp ,ex-presidente do Banco de Inglaterra







"Nacionalização da banca.A propriedade do capital,manipulado pelos bancos,não se perde nem altera quando estes são nacionalizados e amalgamados num único banco estatal,pelo que é possivel chegar a uma fase em que o estado sabe para onde e como,de onde e quando,circulam milhões e biliões.O estado,pela primeira vez,estaria em posição de vigiar todas as operações monetárias,de as controlar ,e de regulamentar a vida económica; finalmente,de poder obter milhões e biliões para grandes operações estatais,sem pagar aos cavalheiros capitalistas comissões astronómicas pelos seus serviços.A nacionalização dos bancos tornaria a circulação de verificações obrigatório por lei para todos os ricos,e introduziria o arresto da propriedade por sonegar rendimentos."


Lenine em A Catástrofe Ameaçadora,Setembro de 1917